segunda-feira, 28 de janeiro de 2008
sábado, 26 de janeiro de 2008
Arte da máquina I
Matuto
Matuto
Meus olhos se perderam no infinito dos prédios
Quiçá eu não fosse matuto pra entender!
Meninos da rua não visitam os de dentro
Nem povo daqui pergunta pra que veio
O povo de longe...
Gente boa e coração maior
A tristeza é forte e a saudade também
Maldade é coisa que não se fala
Camufla-se...
Esconde-se...
Menos para o povo de longe
A verdade também é coisa bonita
É linda, mas peça única...
Quem não tem, pode comprar
Pode, mas tem que ser otimista
Principalmente quem vem de longe
Fim da jornada, vou voltar
Não fiz amigos nem amores
Melhor assim
Pior seria...
Tudo vai passar, tenho certeza!
Quando eu estiver longe...
Quiçá eu não fosse matuto pra entender...
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